terça-feira, 8 de abril de 2014

SOBRAL-Ce: HOJE TEM PALHAÇADA? TEM SIM SENHOR!

QUEM DE FATO TEM SE APRESENTADO COM NARIZINHO VERMELHO?

                                          DE SUA OPINIÃO!

 CHEFE DE GABINETE DE VEVEU ARRUDA CHAMA LÍDER DO PROS DE PALHAÇO


O clima está tenso entre o Executivo e o Legislativo de Sobral. Após as declarações do vereador Gilmar Bastos (PROS) detonando o Chefe de Gabinete do Governo Veveu Arruda (PT), Luciano Arruda, que foi chamado de menino e alguns outros adjetivos, o homem mais forte da gestão Veveu (PT) chamou o vereador de palhaço em entrevista concedida ao repórter Viana Farias (Rádio Tupinambá). "Prefiro ser um menino a ser um palhaço que ele (Gilmar) vem sendo". A guerra está deflagrada.
Fonte: Blog Sobral de Prima
 
 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Francis Bacon: Ensaios


Francis Bacon: Ensaios

“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las.”
Meu elogio seria endereçado ao próprio espírito. O espírito é o homem. Não são os prazeres dos sentimentos maiores que os prazeres dos sentidos, e não são os prazeres da inteligência maiores que os prazeres dos sentimentos? Prazer verdadeiro não é somente o que não produz saciedade? Não é apenas o saber que acalma todas as turbações do espírito? Quantas são as coisas que imaginamos não existirem e, no entanto, existem? Quantas estimamos em mais do que realmente valem? Estas imaginações vãs, estas desproporcionadas avaliações são as nuvens do erro que se convertem em tempestade de perturbações. Existirá felicidade igual a do homem se elevar sobre a confusão das coisas, donde não só pode descortinar a ordem da natureza como também os erros dos homens? Esse descortino, há um tempo, não deleita e origina descobertas? Não produz benefícios, além do contentamento que traz? De lá não avistaremos por iguais riquezas e belezas da natureza? É a verdade estéril? Não poderemos, utilizando-a, produzir efeitos dignos dela e assim dotar de infinito conforto a vida humana?
Fonte: Antero Leivas; Os pensadores do sucesso.

sexta-feira, 21 de março de 2014

UM DIA MARCANTE


Visita a Escola Monsenhor Aluísio Pinto

 
Foi realizado, na manhã desta quarta-feira última passada, dia 19 de março de 2014, a visita a Escola Profissional São José (Monsenhor Aluísio Pinto), como alusão ao dia em que se comemorou 47 anos da inauguração do atual prédio da referida instituição de ensino.
Na ocasião realizar-se-ou o reencontro da velha guarda, os educandos egressos da referida escola. Um reencontro muito prazeroso, repleto de recordações, olhos marejados, emoções e de significativo saudosismo de boa parte das memórias vivenciadas por aqueles que detiveram a grata satisfação de terem sido educados para vida por este importante ícone da educação sobralense, monsenhor José Aluísio Pinto.
Porquanto, se se pudesse definir em uma máxima o que representou para os presentes este evento, de certo seria; um momento que “não tem preço”. Assim seria, devido à impossibilidade de se descrever, copilar, materializar ou mesmo, expressar categoricamente, as sensações vivenciadas por todos os que estiveram à oportunidade de se fazer presente a esta singela visita.
Contudo, mesmo com as limitações que envolveram a organização e idealização deste reencontro. Haja vista, o pouco tempo e possibilidade, material, econômica e de articulação da comissão organizadora. Arrisca-se a dizer que foi de boa valia, muito além até do esperado pelos organizadores. Foi simplesmente marcante. Mesmo para aqueles que ali estando e não sendo egressos da pedagogia “Aluisiana”, puderam sentir como era a funcionalidade pedagógica preconizada por Mons. Aluísio Pinto.
Do mesmo modo, não se vai ser prolixo no registro deste momento, a cujo mesmo que se procure desenvolver todos os atos e emoções expressadas nas duas horas que envolveram esta visita, não seria possível fazer-se neste singelo registro. Contudo, como já supracitado, vai-se resumir a máxima; “um momento que não tem preço.” Foram de fato, tantas emoções.
Entretanto, ficou pré-estabelecido que a data de ontem, este reencontro seria apenas o primeiro de muitos que virão. Que a partir deste evento, aqueles que ali estiveram, iriam promover outros e mais outros reencontros como aquele, ainda mais abrangente, com mais egressos, que eles no próximo encontro, iriam articular e levar outros e outros contemporâneo e convidar todos que foram ex-educando da Escola Monsenhor Aluísio Pinto.
Igualmente, foi formada uma comissão para articular junto ao senhor Prefeito de Sobral-Ce, Veveu Arruda e se possível com o senhor Governador Cid Gomes, a procura de sensibilizá-los para não demolir, mas sim, reestruturar, rememorar e deixar para novas gerações a presença da memória viva de Mons. Aluísio Pinto, o importante idealizador da Escola Profissional São José. E, como citado pelos presentes, o segundo “pai”, de todos aqueles que estudaram e foram educados por este ínclito ícone sobralense.
Portanto, que este pequeno mais inesquecível reencontro seja apenas o primeiro passo para que estas mui prazerosas horas vivenciadas nesta manhã de 19 de março de 2014 venham a se repetir por muitos anos vindouros. Restam-nos agradecer a todas as pessoas que prestigiaram o convite da comissão organizadora da Visita a referida escola, e nos oportunizaram este sensacional reencontro que ficará guardado na memória dos que ali estiveram e, sobretudo, na memória dos ex-educandos do Monsenhor José Aluísio Pinto.


Pessoas presentes a visita

-Antônia Holanda Pereira
-Maria Dalva Silva
- Maria Alcântara Silva
-Joana Gomes de Oliveira
-Maria Vânia Alcântara Silva
-Hernane Linhares
-Gilmar da Cruz Bastos (Vereador de Sobral)
- Sub-Tenente Valmirtes
-João Alberto Ribeiro Albuquerque
-Eudes Paiva Rodrigues (Ribeiro)
-Joaquim Quinto dos Santos (Leone)
-Paulo de Paiva Rodrigues (Paulo Pimentel)
-Antônio Roberto Sena da Silva
-Gerardo Sena da Silva
-João Liberato Aragão
-Gil Lima
-Francisco Marcelino Rodrigues Gomes (Marcelino)
-Manoel Valfrido de Sousa
-João Batista Lopes
-Paulo (atual diretor da escola)
-Francisco Pereira





terça-feira, 11 de março de 2014

VISITA A ESCOLA MONSENHOR ALOÍSIO PINTO

                          Visita a Escola Monsenhor Aloísio Pinto
   
 O Grupo de apoio a preservação da Escola Profissional São José (Mons. Aloísio Pinto), convida a todos os Ex-educandos (Alunos), a velha guarda, para a visita a referida escola no dia em que se comemora 47 anos de sua inauguração.
Será nesta quarta-feira dia 19 de março de 2014 as  10:00 da manhã.

Esta fora inaugurada a 19 de março de 1967.

Venha, Participe! Você Ex-educando venha reviver velhas emoções.

PARTICIPE DA VISITA A ESCOLA MONSENHOR ALOÍSIO PINTO DIA 19 DE MARÇO DE 2014, ÁS  10:00 da manhã.               

VOCÊ FAZ PARTE DESSA HISTÓRIA!

Obs: A Escola completa 66 anos em 2014 de sua existência total, fundada em 1948, em princípio localizada no anexo do Colégio Sobralense, na Praça Quirino Rodrigues.    




 

segunda-feira, 10 de março de 2014

O POVO SE VOLTANDO CONTRA SI. O NEO-PELOURINHO


O Neo-escravismo no Brasil: sobre o povo resolver usurpar as leis e governos a fazer justiça com as próprias ações.




Como diz Giambatista Vico: “o ‘recourse’ histórico se dá em espiral”, os eventos vão e vêm e quando se repetem não se estabelecem, nos mesmos moldes, mas, em outro nível ou estado. O “neo-pelourinho” está “no alvo da moda” no Brasil.

Têm-se visualizado, nas últimas semanas um “novo” evento social -nas mais diversas cidades brasileiras- o advento do uso da força e justiça com as próprias ações por parte da população nacional, no qual nos atos de roubos, populares estão se rebelando contrário a pequena deliquência, os prendendo, espancando-os e os amarrando em postes Brasil á fora.
Contudo, o referido evento demonstra uma grave faceta do coletivo social, pois, ao se utilizar de tal artifício a sociedade civil usurpa de suas funções e da lei. Haja vista, complete ao estado e suas organizações fazer cumprir a lei e o povo auxiliando ao seu cumprimento e não agindo á margem dela. Com esse feito, o popular ao se recorrer á força física pra ter sua integridade econômica e física salvaguardada perde a sua cobertura legal.
Não obstante, o caótico estado de insegurança pública no campo, nas cidades, no país e o sistema ideológico preconizado –capitalismo-, esse fez-se estabelecer esse principio da Rainha da Inglaterra; “não basta ser honesto, tem que parecer honesto.” Contudo, está se vivenciando a analogia desse conceito, já não bastava vivenciar a insegurança, tem que se parecer inseguro. E, nesse processo o povo já não consegue esperar, nem acreditar nas organizações governamentais, nem nos governantes. Configurando a falência do setor de segurança pública no Brasil. E que esse se constituiu numa problemática estrutural. Sendo que estas carecem de conceituações amplas e diversificadas no escopo dessa problemática.
Entretanto, mesmo mediante esse estado caótico, não se pode perder o censo crítico e consciente coletivo, pois, em que se diferencia uma imagem da outra supra-visualizada? Se atualmente há um consciente coletivo que a escravidão negra no Brasil fora um ato desumano; Será que violentar, espancar e acorrentar a um poste um ser, não se constitui um crime tão grave quanto um furto ou roubo? Um crime não justifica o outro.
Cabe destacar que, tão vitimizados quanto foram nossos progênies afros, essa pequena delinqüência não sofre semelhante marginalização, criminalização? Diz-se-á melhor, esses continuam desde sempre a margem, renegados, indiferenciados, ignorados pelos governantes e sociedade civil. Haja vista, esses novos escravizados serem em seu maior contingente derivados da velha escravatura. E, ao que parece, a geração atual, não evoluiu, não se reestruturou, continuam tão insensíveis e desumanizadas quanto aos “escórias-progênie” dos velhos tempos da Colonização e Império brasileiro.
Entrementes, nem tudo está perdido. Recorrendo a Mark W. Baker em: Jesus, o maior psicólogo que já existiu; podemos visualizar em que momento do curso histórico de nosso país, perdemos o controle da nossa tranqüilidade e se chegou ao difícil estado em voga, muito das razões estão no modelo capitalista, individualista, segregacionista adotado. E, no caso brasileiro, com um agravante, um Regime também Plutocrata. A problemática é estrutural e não conjuntural. Desta feita, se faz necessário medidas urgentes e profícuas. E, precisamos de uma transformação ampla de nossas conceituações e posicionamentos. Recorrendo a Baker, Jesus Cristo já sabendo da natureza má-humana – em Lucas 18 : 18-19 diz: certo homem de posição perguntou-lhe: Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus-, deixou o ensinamento em Lucas 6 : 27-31 Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; em ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Sabe-se que difícil é concretizar essas recomendações, contudo, o contexto atual nos exige superar todo e qualquer censo de individualismo, “eumismo” e escopo de ordem pessoal para estabelecer propósitos maiores, coletivizantes. Temos que nos desvencilhar de todo o nosso eremitismo e pensar apenas no nosso pandulho e irmos à batalha, enfrentar esse gigante da insegurança em nosso país.
Do mesmo modo, bem se sabe que, com diz Paulo de Tarso em Romanos 7 :19, porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Se se faz necessário fazer o bem possível. Assim como esse também cita em Romanos 12 :21, não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Portanto, precisamos com urgência agir, não pagando o mal com o mal, relegando aos nossos algozes ao cárcere e escárnio público, acorrentando-os aos “postes da vida”. Mas vencendo o mal com o bem, chega de escravização. Por que se belzebu expele belzebu, nem o Ades prevalecerá, quiçá, nossa mãe Terra. Pois, no efeito bumerangue, tudo que vai, volta. Se planto bondade, sensibilidade, caridade, amor, sobretudo o amor. Serão esses usufrutos que se colherá. E, em se cultivando o amor; será o “Governo do amor” que nos regirá.




CHAPLIN: O GRANDE DITADOR


Charles Chaplin: O Grande Ditador



Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar –se possível- judeus, o gentio... negros... brancos. Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo –não para o seu infortúnio-. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente á bondade do homem... um apelo á fraternidade universal... á união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema de tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço de progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é o que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos! Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de são Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem –não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto –em nome da democracia- usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo do trabalho, que dê futuro á mocidade s segurança á velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim á ganância, ao ódio e á prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam á ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos! Ariadne, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Ariadne? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo –um mundo melhor-, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade.
Ergue os olhos, Ariadne! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Ariadne! Ergue os olhos!
Inc... LEIVAS, Antero. Os Pensadores do sucesso. Ed. Minuano.

quinta-feira, 6 de março de 2014

CONFÚCIO: ANALECTOS


Confúcio: Analectos

Os decretos do céu não são imutáveis, pois mesmo que um trono tenha sido ganho pela virtude, pode ser perdido pelo vício. Um bom soberano é como a Estrela Polar, que forma um centro em volta da qual giram todas as outras estrelas. Não deixe um homem fazer algo contra aqueles que estão abaixo dele; porque isto desgosta aqueles que estão acima dele. Também não deve o homem agir contra aqueles que estão na sua frente, porque isto desgosta aqueles que estão atrás dele. Onde se permite ficar indolente e acumular riquezas, a população diminuirá. Mas onde a riqueza circule livremente e todos trabalhem, a população aumentará. Para ter a mente pura é preciso que o homem se liberte da autodecepção.
Deve ainda detestar o vício como se fosse um odor muito desagradável e amar a virtude como se fosso uma coisa imensamente bela. Há homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.

Inc... LEIVAS, Antero. Os Pensadores do sucesso. Ed. Minuano.




SAI PRA LÁ: CARNAVAL EM SOBRAL-Ce; AQUI NÃO HÁ.


Sai Pra lá: Carnaval em Sobral; se ensaia um desejo de acabar?

As manifestações culturais no Brasil se constituem, em espaços nos quais a população expressa seus valores e concepções sociais, num amálgama das mais diferentes correntes e grupos étnicos que formam a cultura nacional, tendo no carnaval, uma de suas mais relevantes expressões culturais do país.
Não diferente de outros rincões, Sobral, cidade situada na região Noroeste do Estado do Ceará, também tem em seu calendário cultural, essa relevante manifestação social. Obtendo, um importante diferencial em relação a outras cidades do estado, no qual, conservam apenas os espaços do trio-elétrico, mela-mela e banhos em rios e praias que mobilizam os brincantes, animados por bandas de forró-elétrico, marchinhas, bandas baianas e outros gêneros musicais. Sobral-Ce além desses eventos supracitados, reserva aos seus foliões, as apresentações das Escolas de Samba Locais.
Contudo, nesse Carnaval de 2014, mais uma vez se observa um desejo velado de extirpar do calendário cultural da Secretaria de Cultura e do poder público da cidade, esse movimento cultural popular. Ao longo dos últimos vinte anos, a cada ano que passa, pouco interessa a gestão municipal, investir nesse evento, cada vez mais os recursos dispensados para a realização do carnaval no município tem sido mais diminuto. Isto posto, os populares da cidade, cada vez mais têm que procurar em cidades circunvizinhas, os eventos carnavalescos e poder usufruir desse feriado nacional. Nesse ano, o Prefeito da cidade, teve para sua graça, a desfaçatez de apoiar-se numa recomendação do TCM, que os gestores municipais que tinham decretado estado de emergência e calamidade, não gastarem com tais eventos. Caindo isso então, como uma mão na luva, no desejo já inconsciente de Veveu Arruda - PT de não gastar com a grande massa da cidade.
Não obstante, ao se visualizar a cada ano na cidade, um carnaval sem empolgação e com parcos investimentos públicos, enquanto municípios de menor potencial econômico se em comparado com Sobral; cidades como Forquilha, Granja e Camocim que convergiram uma boa leva de foliões para seus domínios territoriais, fica o questionamento; será que há um desejo velado por parte do poder público de abolir, extirpar de seu calendário cultural e social esse importante evento popular? O governo municipal de Sobral-Ce, não tem mais interesse em realizar carnaval na cidade? Será um “sai Pra lá: Carnaval em Sobral aqui não há?
Entretanto, a Princesa do Norte sim, poderia se constituir como uma importante zona de convergência e pólo carnavalesco da região, haja vista, sua localização, seus rios, seus açudes e, sobretudo, por observar na cidade a cultura carnavalesca das Escolas de Samba. Evento que se constitui pouco comum no estado. Observado apenas em poucas cidades, esse tipo de evento do período do carnaval.
Todavia, o Prefeito da cidade, não estaria tendo zelo com essa importante parcela cultural da cidade, devido se constituir dos rincões periféricos de Sobral? Por ser realizado apenas por lideranças populares e por comunidades empobrecidas da Terra de Dom José? Se não o seja por essas motivações, ao que parece, fica pressuposto nas entrelinhas que o seja. Será que a prioridade do poder público local é de se investir apenas em eventos para as classes mais abastardas, a saber, “os carnabrais da vida” e as amostras de cinemas internacionais? Entre outros.
Portanto, cabe a essas comunidades ficar em estado de observância e desconfiança, almejar e relutar para que no ano por vir, o carnaval da cidade e os recursos para as Escolas de Samba sejam, melhor aquinhoado e se realize um expressivo carnaval popular na Princesa do Norte.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Nunca na minha vida traí ninguém"; SERÁ?


Cid Gomes: "Nunca na minha vida traí ninguém"; SERÁ?

 

Em entrevista realizada na tarde da última terça-feira (19.02.2014) passada o eminente governador Cid Gomes tergiversando sobre o processo político eleitoral vindouro e as articulações possíveis pra tal pleito, cita que; “nunca na minha vida traí ninguém”. Será?
Como diz Hannah Arendt: “o poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e existe somente enquanto o grupo se conserva unido.” Sabe-se por essas terras (Terra de D. José) que o maior temor da vida de Cid Gomes - dito outra feita por ele mesmo-, que seu maior temor em vida é o de perder uma eleição. Igualmente, na iminência do rompimento do grupo que dar sustentação ao clã cidista, ao que parece o chefe do referido clã se refugia no cinismo ilusório, no lapso da reminiscência e numa pretensa polidez balzaquiana.
Entretanto, comumente se é percebido que o discurso e a prática se constituem algo que não se alinham, ou melhor, distanciam-se em se tratando do cacique do cidismo. Como diz Honoré de Balzac; “não basta ser uma pessoa correta. É preciso também demonstrá-lo.” Se se percebe á retina límpida que as ações e práticas desse desgoverno cidista que tem na insegurança pública, o principal cancro venéreo figurativo dessa indigestão. Cid Gomes foi erigido à governança cearense, tendo como principal plinto eleitoral, O Programa Ronda do Quarteirão, que foi projeto que se constitui o símbolo do fracasso do desgoverno cidista. Já começou traindo a turba cearense impoluto governador.
Contudo, ver-se que o senhor Cid Gomes em sua referida entrevista teve um lapso reminiscente, ao não recordar aquela que talvez seja a mais simbólica demonstração de traição e, como ele mesmo cita: “votei sem me comprometer, por gratidão, que é um valor que eu cultivo e quero cultivar sempre”, ingratidão por parte do clã cidista, que foi a punhalada dispensada ao Senador Tasso Jereissati. O ex-governador Tasso Jereissati foi aquele que, quando os FG’s nada eram ou pouco tinham, os fez ascender na vida pública estadual e nacional. Conta o Sr. Robertinho do Torto que, quando do período de maior turbulência da política sobralense - no período de 1993-1994 da gestão de Ricardo Barreto-, o Senador Tasso foi ator principal e teve papel relevante nas ações de deposição do então Prefeito Ricardo Barreto - esse evento foi preponderante para usurpação da cidade de Sobral pelo clã cidista-, diz Sr. Robertinho do Torto: “vi quando da derrota de Pimentel Gomes, primo de Cid e Ciro Gomes para o Dr. Ricardo, Tasso Jereissati disse que, seria questão de honra se opor ao Prefeito Ricardo Barreto; depois desse dia, nunca mais votei no Tasso Visto tamanha injustiça.” Ao que se ver a fidelidade e carinho que tinha o eminente Senador aos irmãos FG’s eram bem evidenciadas. Porém, mesmo assim na eleição de 2010, Cid Gomes trabalhou fortemente para a derrocada do “galeguim do zói-azul”. Numa simbólica demonstração de mais uma de suas traições. Como disse Mariano da Fonseca, o marquês de Maricá; “há homens que são de todos os partidos, contanto que lucrem alguma coisa em cada um deles.” Essa tem sido a tônica do atual gestor do estado do Ceará e sua súcia.
Não obstante, diz Christopher Lasch: “o cinismo confunde ilusões de grandeza, que exigem correção terapêutica e moral, com a própria grandeza.” Numa “sociedade desavergonhada” talvez o cinismo de Cid Gomes tenha algum período de sobrevida, porém, com brevidade de existência, pois, logo ela se enodoa em sua própria teia ilusória e demonstra no “desenrolar do pacote”, o seu “concreto pensado”, as suas reais intenções. Foi assim quando das relações com o Senador Tasso Jereissati, com a ex-prefeita “Loura Lins” e tem como próximo sacrificado ao afã cidista, o Senador Eunício Oliveira. Já que este certamente não terá o apoio do clã cidista, em virtude do erigido prosista já está se constituído desde 2010 - o preterido de Cid Gomes será Leônidas Cristino-, não sendo possível tal tribo apoiar Eunício em seu intento. Isto posto, a tática cidista de deixar pra última hora, a divulgação do nome escolhido pela situação que estabelecerá o continuísmo desse desgoverno, se constitui uma indelével sinalização que não tem conversa, o erigido já está na cartola e que quem dar as cartas é o todo poderoso autocrata.
Portanto, o inane desgovernador Cid Gomes, citar que não aceita a percha de traidor, e que ele é seu metier político se constitui um poço de “Nuda Veritas”, soa diante do exposto, como uma falácia para “boi-ninar”, ou um cinismo de pouca valoração. Com diz Lasch: “a falta de vergonha é uma formação de reações contra a vergonha, uma tentativa rebelde, contra-fóbica para negar e superar um profundo medo interior da fragilidade.” Enfim, eminente governador Cid Gomes, pouco adiantará, a sua excelência, negar esse profundo medo interior duma possível derrocada eleitoral vindoura. Pode preparar o seu ataúde político, pois a turba está por derrubar a muralha de seu império e destroná-lo. Essa é a “NUDA VERITAS.”



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

SOBRE AS DEMISSÕES DOS GARÍS DE SOBRAL-Ce

E COMO FICARÁ A LIMPEZA DA CIDADE?
   A demissão de aproximadamente 150 garís na cidade de Sobral-Ce tem promovido diversos embates sobre tal tratativa dispensada pelo paço municipal da Terra de Dom José, quanto não a legalidade, mas sim, quanto a moralidade da tal ação realizada pela Prefeitura Municipal.
   Entremente, fica algumas indagações desse breve escrito: A demissão de 150 garís não vai precarizar a já deficitária limpeza pública de Sobral? E como também comptrometer a coleta regular do calendário de limpeza da cidade? No caso das demissões, o Prefeito Veveu Arruda-PT não poderia ter posto uma cláusula contratual para que a nova empresa contratada, fosse forçada a manter o atual quadro de funcionários de limpeza, quiçá, aumentar?
   Portanto, ver-se que se já com as atuais condições desse atual modelo de limpeza já observa-se uma deficiência na conservação da cidade. Tendo uma coleta dia sim e dia não. Enfim, estamos de @@!





segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O ATRASO CULTURAL DE SOBRAL: O REDUCIONISMO SOCIAL NA BAJULAÇÃO


A Capitania Hereditária de Sobral: Sobre o reducionismo social da bajulação e culto a titulação de nobreza (“Doutor”) na atual cultura político-social da Terra de D. José.

 

Conforme, o mini-dicionário Ruth Rocha, define-se assim os termo bajulação e nobreza; bajulação= sf. Ato de bajular. Bajulador= (ô) adj. e SM Que, ou aquele que bajula; adulador; puxa-saco. Bajular= v. Lisonjear servilmente; adular; puxar-saco. Nobreza= (ê) sf. 1- Qualidade de nobre. 2- Na monarquia, classe social que tem títulos herdados por nascimento ou conferidos pelo monarca. Na manhã dessa segunda-feira 03.02.2014 esteve das pouco mais de 06h00min da manhã até as 09h00min nos Programas Em Dias com a Cidade (Araujo Pachelle) e Alô alô Zona Norte da Rádio Tupinambá AM 1120 de Sobral o “Pré-candidato” a Governador do Estado do Ceará situacionista, L. Meneses de Cristino-PROS.
Não obstante, na oportunidade o referido pré-candidato da situação debateu sobre diversas questões de âmbito político e social, dentre os tais, sobre sua candidatura a governo ou não o qual, declinou de uma afirmativa contundente sobre o referido questionamento, porém, o contexto envolto a entrevista, mais sinalizava uma divulgação e propaganda antecipada por parte do ex-secretário Nacional dos Portos e seus bajuladores de plantão. Demonstrando nas entrelinhas, que como já havia declarado outrora, esse de fato será erigido a candidato lançado pelo atual governo do estado.
No entanto, a população sobralense tem sido vitimizada por uma fatídica cultura deprimente do culto aos agentes políticos, num reducionismo social e histórico no qual, personagens que até muitas vezes leigos, tornam-se “doutores” pelo simples fato de ocupar um cargo público. Conforme, Norman Vincent; “O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a sermos salvos pela crítica”. Assim, muitos de nossos agentes públicos se enquadram nessa máxima de Norman Vincent, e que se esteja no jaez de críticos. No paralelo, Lasch diz: “O cinismo confunde ilusões de grandeza, que exigem correção terapêutica e moral, com a própria grandeza.” (Christopher Lasch, A Rebelião das Elites, 1995). O que se viu nas perguntas e falas direcionadas a Ex-prefeito de Sobral entrevistado era esse cinismo confuso que como disse Lasch deturpa ilusão, moral e grandeza. Há se bem soubesse essa medíocre ala “chapa-branca” da imprensa sobralense que esse império está com seus dias contados, antes fecharem-se nessa adulação barata, pensava em outras possibilidades de sobrevivência, haja vista, o tempo da chegada do fim do império cidista. Conforme Apparício Torelli; “O homem que se vende recebe mais do que vale.” Nessa simplória relação das forças societárias que envolvem os sujeitos sociais políticos, midiáticos e população em si, têm externado para os espaços e personagens “intra-relacionais” a sobralidade, sentimentos repugnantes frente essa bazófia desmedida em nossa querida Terra de Dom José, algo bem mais voraz que dantes, ou como jamais visto dantes em Sobral.
Contudo, o teor da entrevista tornara-se insignificante frente às variadas manifestações de “bajulatório”, apresentando-se mais visíveis a repugnâncias de tais atos, que mesmo a fala e possíveis “boas referenciam e proposta” de políticas públicas para a coletividade –se é que seja isso possível no ceio desse atual grupo hegemônico em Sobral e no Ceará- por parte do pré-candidato a governo situacionista L.C. Porém, sabe-se que essa mídia chapa-branca” está apenas cumprindo sua lamentável funcionalidade, há de turbinar a; como diz Gramsci: “A classe pequena fornece a tropa de –manobra-... Pois, está sempre em condições diferentes no interior desse compromisso.” (GRAMSCI, 1990), a “massa de manobra” de informações tendenciosas, explicitando sua condição de representativas de “quem, senão a oligarquia financeira, pode controlar o Estado? Essa oligarquia domina a riqueza, domina a propaganda, domina as finanças, domina a indústria, domina o Estado” (John Eaton, 1958). Essa condição servil ocorre devido, no Estado Oriental, conforme Gramsci; “No oriente, o Estado era tudo, a sociedade civil era primitiva e gelatinosa”, esse contexto força determinado personagens históricos de se submeter-se a “condicionalidades” muitas vezes deprimentes. Enquanto não se alcançar um conforme, o mesmo Gramsci, Estado Ocidental; “No ocidente, entre o Estado e sociedade civil havia uma justa relação e, quando se dava u abalo do Estado, percebia-se imediatamente uma robusta estrutura da sociedade civil”. Então, no contexto atual se visualiza com freqüência esse “puxa-saquismo” que em Sobral, nesse “Estado Oriental”, vivencia essa pequenez sócio-cultural de adoração ao “El Rei bizarro”, onde até mesmo “os sapos” em suas posições governamentais, tornam-se ilustres príncipes. Doravante, o “beijo da princesa-povo” - a perda do posto governamental-, os faz voltar à condição de outrora; como reles sapos.
Entrementes, vivenciamos novas conjunturas, no qual o culto ao “doutor”, que se constitui como um costume anacrônico colonial e do império, - em que com a crise da metrópole, os sujeitos mais abastados da época, recebiam títulos de nobreza (marquês, condes, coronéis) por determinado pagamento-, configura-se como um costume arcaico, uma penúria intelecto-social. Sabe-se que há no contexto atual da coletividade, melhor compreensão da realidade, mesmo que uma boa parcela da população ainda acredite em fábulas e em quimera eleitoreira. Porém, a uma criticidade em crescente apropriação inteligível pela turba, e que se compreende que não há uma panacéia societária em vista, mas que, também ver-se uma cobrança e exigência maior por parte da turba em relação a seus representantes constituídos por atendimento de suas necessidades sociais coletivas. Desta feita, “ET rimitte scelus regicidis secut cidismo eis remisit semetipde.” Que ao fim desse império as rupturas necessárias sejam estabelecidas para que essa condição e vivencia cultural e costume pelego de ver a nobreza (doutor) como superior, em tempos que a igualização dentre os homens se faz mais relevante, estabeleça-se estruturas éticas, morais, culturais e costumes que possam reestabelecer novos modos de vida e meios e contextos melhores de vivencias que a atual contexto vivenciado por todos.
Enfim, que possamos em breve demonstrar que precisamos aprender e estabelecer a descontinuidade, “pois a descontinuidade, a ruptura e o caos são o nosso destino” (Margareth Rago, 2009), e está atento nas proposituras e falas de pretensos candidatos a cargos públicos nas eleições vindouras, pois, “atrás da palavra se encontra, a coisa” (VOSLENSKY, 1980). E que o reducionismo social anacrônico, dos tempos das Capitanias Hereditárias de culto aos agentes públicos que se arraigou na Terra de Dom José, seja extirpado do ceio da população sobralense. 










 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

QUANDO SAIRÁ A ADUTORA DO JORDÃO-SOBRAL,Ce?


SOBRAL-Ce; LUGAR ONDE O ESPETÁCULO (PIROTECNIA) SE CONSTITUI MAIS RELEVANTE QUE O BEM ESSENCIAL A COLETIVIDADE: SOBRE A ORDEM DE SERVIÇO DA ADUTORA DO DISTRITO DO JORDÃO.

 









Antes da já propalada férias próximas últimas passada do gestor da Princesa do Norte a Europa e EUA, tinha-se como certa a tão almejada ordem de serviço para a construção da adutora que ligará as águas do Açude Aires de Sousa (Jaibaras) ao distrito de Jordão-Sobral, benefício que solucionariam ao menos por alguns anos a carência do precioso líquido aqüífero para essa estima população distrital sobralense.
Contudo, se não bastasse o descalabro de se fazer palanque e pirotecnia em apenas um ato estritamente formal, -essa formalidade poderia ser realizada até mesmo diretamente do gabinete prefeitural- o que, mas causa espécie nessa teatralidade, é no fato de se abortar o início dos trabalhos para realização da referida obra, ter-se que obrigatoriamente fazer “comício”, “comemorar o nada”, haja vista que a obra em si apenas tornar-se-á uma realidade anos após a sua determinação. Assim, fica o questionamento, o que se faz mais importante, a obra, ou o espetáculo? O atendimento da necessidade básica do povo, ou a exposição politiqueira do governante? Festejar a assinatura de um mero papel (formalidade), ou celebrar a satisfação em ver a obra realizada? Quando será que se observará, se vislumbrará momentos diferenciados nesse tocante, na estimada Princesa do Norte? Espera-se que muito em breve.
Não obstante, quando realmente será a nova data para o início da obra? Qual o porquê de se ter que necessariamente fazer palanque nesse ato formal? Já que estava tudo articulado e pronto para se atender esse reclame dos moradores da Serra do Rosário, qual a motivação em ter que se esperar o prefeito voltar das férias para cumprir essa formalidade? De certo, é que a sua excelência o prefeito de Sobral-Ce Veveu Arruda-PT, já se encontra em solo sobralense, e não se ouviu falar da referida questão. Que se possa estabelecer com maior celeridade, o atendimento desse relevante bem a população do distrito do Jordão.
Logo, é por esse reducionismo politiqueiro que se observa “a olho nu”, que o império cidista se encontra em crescente descrédito, por parte da opinião pública e pela sociedade civil da Terra de Dom José, e que esse está com seus dias contados. Sobral-Ce tem se constituído com a terra em que o espetáculo configurasse como mais relevante que o bem essencial a coletividade. Isto posto, o que fica evidenciado nas entrelinhas, é que há um aparente desdém aos reclames e necessidades da população sobralense. Sobra reclamação, e falta ação; digo menos, excedem-se os reclames, e se observa pouca efetividade nas realizações oficiosas.
Por fim, fica a indagação desprendida por parte da sociedade civil sobralense e em especial, a população da Serra do Rosário, SENHOR PREFEITO DE SOBRAL-Ce VEVEU ARRUDA-PT, CADÊ A ADUTORA DO JORDÃO?